{"id":703,"date":"2020-05-01T08:28:07","date_gmt":"2020-05-01T11:28:07","guid":{"rendered":"https:\/\/www.blindtec.com.br\/blog\/?p=703"},"modified":"2021-04-18T16:24:59","modified_gmt":"2021-04-18T19:24:59","slug":"programando-as-cegas-utilizando-windows-e-linux-juntos-para-aumentar-sua-produtividade-parte-iii","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.blindtec.com.br\/blog\/2020\/05\/programando-as-cegas-utilizando-windows-e-linux-juntos-para-aumentar-sua-produtividade-parte-iii\/","title":{"rendered":"Programando \u00e0s cegas: utilizando Windows e Linux juntos para aumentar sua produtividade parte III"},"content":{"rendered":"<p>Salve, galera!<\/p>\n<p>Este \u00e9 o terceiro artigo de nossa s\u00e9rie sobre como usar ambientes Windows e Linux juntos para uma maior produtividade em ambientes de desenvolvimento.<\/p>\n<ul>\n<li><a href=\"https:\/\/www.blindtec.com.br\/blog\/2020\/04\/programando-as-cegas-utilizando-windows-e-Linux-juntos-para-aumentar-sua-produtividade-parte-i\/\">parte I<\/a> &#8211; Introdu\u00e7\u00e3o<\/li>\n<li><a href=\"https:\/\/www.blindtec.com.br\/blog\/2020\/04\/programando-as-cegas-utilizando-windows-e-linux-juntos-para-aumentar-sua-produtividade-parte-ii\/\">parte II<\/a> &#8211; Instalando a m\u00e1quina virtual<\/li>\n<li>Parte III &#8211; Instalando o Arch Linux<\/li>\n<li><a href=\"https:\/\/www.blindtec.com.br\/blog\/2020\/05\/programando-as-cegas-utilizando-windows-e-linux-juntos-para-aumentar-sua-produtividade-parte-iv\/\">Parte IV<\/a> \u2013 integrando Linux e Windows<\/li>\n<\/ul>\n<p>No <a href=\"https:\/\/www.blindtec.com.br\/blog\/2020\/04\/programando-as-cegas-utilizando-windows-e-linux-juntos-para-aumentar-sua-produtividade-parte-ii\/\">artigo anterior<\/a>, configuramos a m\u00e1quina virtual.<\/p>\n<p>Neste artigo, veremos com detalhes como fazer a instala\u00e7\u00e3o do Arch Linux, e come\u00e7aremos a experimentar as conveni\u00eancias do uso dos dois sistemas operacionais em conjunto para aumentar nossa produtividade.<\/p>\n<h2>Antes de come\u00e7ar<\/h2>\n<p>A partir de agora, come\u00e7aremos a lidar com o NVDA em aplica\u00e7\u00f5es console.<\/p>\n<p>\u00c9 importante que voc\u00ea entenda que estes artigos exigir\u00e3o um conhecimento mais avan\u00e7ado do leitor de telas, em \u00e1reas como:<\/p>\n<ul>\n<li>uso do cursor de revis\u00e3o<\/li>\n<li>uso de reconhecimento \u00f3ptico de telas<\/li>\n<li>uso de complementos, tais como o explora\u00e7\u00e3o virtual<\/li>\n<\/ul>\n<p>Al\u00e9m disso, voc\u00ea precisar\u00e1 estar familiarizado com ingl\u00eas t\u00e9cnico, pois o instalador do Linux, e o pr\u00f3prio sistema em si, est\u00e3o neste idioma.<\/p>\n<h2>Configura\u00e7\u00f5es gerais do VirtualBox<\/h2>\n<p>Estamos quase l\u00e1. Antes de ligar a m\u00e1quina, precisaremos fazer apenas mais uma configura\u00e7\u00e3o: desabilitaremos, no VirtualBox, a captura autom\u00e1tica de teclado.<\/p>\n<p>Se habilitada, esta captura far\u00e1 com que, sempre que foquemos a janela onde a m\u00e1quina virtual est\u00e1 ligada, o controle passe imediatamente para ela. Entretanto, ser\u00e1 comum usarmos o recurso de reconhecimento \u00f3ptico do NVDA para monitorarmos o que est\u00e1 escrito em sua tela em situa\u00e7\u00f5es nas quais o leitor de telas da m\u00e1quina virtual n\u00e3o est\u00e1 funcionando.<\/p>\n<p>Falando nisso, garanta que a cortina de tela no NVDA est\u00e1 desativada, pois esta funcionalidade interfere com o recurso de OCR.<\/p>\n<p>Acesse \u00e0s prefer\u00eancias do VirtualBox usando CTRL + g. O di\u00e1logo que se abre \u00e9 similar ao de configura\u00e7\u00e3o das m\u00e1quinas virtuais, e as t\u00e9cnicas de navega\u00e7\u00e3o descritas se aplicam da mesma forma.<\/p>\n<p>Selecione na lista as op\u00e7\u00f5es de entrada, aperte tab algumas vezes at\u00e9 a op\u00e7\u00e3o capturar teclado automaticamente e a desabilite. A navega\u00e7\u00e3o neste di\u00e1logo pode ficar lenta.<\/p>\n<p>Por fim, tab at\u00e9 ok e enter<\/p>\n<h2>Ligando a m\u00e1quina<\/h2>\n<p>Selecione a m\u00e1quina desejada na lista de m\u00e1quinas virtuais na janela do VirtualBox.<\/p>\n<p>Acesse o menu de contexto e selecione iniciar. Nas op\u00e7\u00f5es de in\u00edcio, selecione normal. Ainda falaremos das outras op\u00e7\u00f5es,mas n\u00e3o neste momento.<\/p>\n<p>Ap\u00f3s este procedimento, a sua m\u00e1quina ser\u00e1 ligada, e exibida em uma janela diferente da janela principal do VirtualBox.<\/p>\n<p>A prop\u00f3sito, a tecla CTRL direita, apenas nessa janela, \u00e9 usada para alternar o controle entre as suas m\u00e1quinas f\u00edsica e virtual.<\/p>\n<p>Nesta janela, qualquer comando envolvendo o CTRL direito, mesmo que componha um comando do NVDA, ser\u00e1 interpretado como uma troca de m\u00e1quina.<\/p>\n<p>Esta \u00e9 uma das raz\u00f5es pelas quais, depois de instalada, raramente utilizaremos a m\u00e1quina via VirtualBox, preferindo sempre o controle via SSH.<\/p>\n<p>De agora em diante, come\u00e7a uma luta entre voc\u00ea e o VirtualBox. Isso, porque uma s\u00e9rie de di\u00e1logos inacess\u00edveis poder\u00e3o abrir e voc\u00ea precisar\u00e1 se livrar deles. Na luta, vale tudo se voc\u00ea n\u00e3o tiver ajuda de quem enxerga. Enter, esc, qualquer coisa para se livrar destes di\u00e1logos.<\/p>\n<p>De todos, o mais inc\u00f4modo \u00e9 um que, de primeiro, aparece a cada vez que voc\u00ea pressiona o CTRL direito. Geralmente, me livro dele pressionando shift + tab e apertando a barra de espa\u00e7o. Com alguma persist\u00eancia, eles somem.<\/p>\n<p>A boa not\u00edcia \u00e9 que, uma vez que eles sejam fechados, n\u00e3o tornar\u00e3o a se abrir.<\/p>\n<p>Na janela de sua m\u00e1quina virtual, pressione insert + tab at\u00e9 ouvir &#8220;nome da sua m\u00e1quina virtual&#8221; &#8211; executando.<\/p>\n<p>Quando ouvir, pressione a tecla ctrl direita, seta para baixo, enter e, logo depois, novamente a tecla ctrl direita.<\/p>\n<p>Ao fazer isso, voc\u00ea passou o controle para a m\u00e1quina virtual, selecionou a segunda op\u00e7\u00e3o no menu de inicializa\u00e7\u00e3o (inicializa\u00e7\u00e3o com suporte ao leitor de telas), e retornou ao Windows ao pressionar outra vez o CTRL direito.<\/p>\n<p>Ap\u00f3s uns vinte segundos, pressione novamente a tecla CTRL direita e digite algumas letras. Se tudo correer bem, voc\u00ea dever\u00e1 ouvir o leitor de telas Speakup falando.<\/p>\n<h2>Guia de sobreviv\u00eancia do Speakup<\/h2>\n<p>Caso voc\u00ea perca alguma informa\u00e7\u00e3o que o leitor de telas falou, \u00e9 poss\u00edvel reler as linhas, palavras e letras com os mesmos comandos que o NVDA utiliza em seu cursor de revis\u00e3o.<\/p>\n<ul>\n<li>7 8 e 9 do teclado num\u00e9rico leem as linhas anterior, atual e pr\u00f3xima respectivamente.<\/li>\n<li>4 5 e 6 do teclado num\u00e9rico leem as palavras anterior, atual e pr\u00f3xima respectivamente.<\/li>\n<li>1 2 e 3 do teclado num\u00e9rico leem os caracteres anterior, atual e pr\u00f3ximo respectivamente.<\/li>\n<\/ul>\n<p>Para ajustar o volume, vamos usar a tecla Speakup. Esta, como no NVDA, pode ser mapeada para o insert ou capslock. Por hora, use o capslock.<\/p>\n<ul>\n<li>tecla Speakup + 1 do teclado alfa num\u00e9rico abaixa o volume<\/li>\n<li>tecla Speakup + 2 do teclado alfa num\u00e9rico aumenta o volume<\/li>\n<\/ul>\n<p>Para outros comandos, <a href=\"http:\/\/www.linux-speakup.org\/spkguide.txt\">aqui<\/a> est\u00e1 o manual do leitor de telas, em ingl\u00eas.<\/p>\n<h2>O Speakkup est\u00e1 lento e falhando, Vai ser assim a instala\u00e7\u00e3o toda?<\/h2>\n<p>O problema n\u00e3o est\u00e1 com o leitor de telas e sim na integra\u00e7\u00e3o entre o Windows e o VirtualBox.<\/p>\n<p>Por isso, vamos evitar ao m\u00e1ximo usar a m\u00e1quina diretamente, j\u00e1 que n\u00e3o temos como ser produtivos neste cen\u00e1rio.<\/p>\n<p>Com quanto seja importante ter esta op\u00e7\u00e3o, principalmente se a nossa conectividade falhar, vamos sempre tender para o uso do cliente SSH do Windows, tanto na instala\u00e7\u00e3o quando no uso do sistema.<\/p>\n<h2>Ativando SSH no sistema de instala\u00e7\u00e3o<\/h2>\n<p>Voc\u00ea deve ter algo claro: o Linux que voc\u00ea est\u00e1 usando n\u00e3o \u00e9 ainda o sistema instalado. Voc\u00ea est\u00e1 usando, agora, um sistema Linux inicializado a partir de uma imagem iso. Neste sistema, o login \u00e9 autom\u00e1tico e voc\u00ea est\u00e1 logado como usu\u00e1rio root.<\/p>\n<p>Para habilitar conex\u00f5es SSH neste sistema, precisaremos fazer duas coisas:<\/p>\n<ul>\n<li>configurar uma senha para o root<\/li>\n<li>Habilitar o servi\u00e7o SSH<\/li>\n<\/ul>\n<p>Voc\u00ea vai precisar decorar estes comandos ou apertar CTRL direito, digitar um comando e apertar CTRL direito novamente para voltar a esta janela.<\/p>\n<ol>\n<li>\n<p>V\u00e1 at\u00e9 a m\u00e1quina. Pressione CTRL direito, digite<\/p>\n<pre><code>passwd\n<\/code><\/pre>\n<p>e depois pressione enter.<\/p>\n<p>Voc\u00ea ouvir\u00e1 new password. Digite uma senha f\u00e1cil de lembrar (esta n\u00e3o ser\u00e1 sua senha de root, ser\u00e1 a senha de root do sistema de instala\u00e7\u00e3o inicializado a partir do DVD) e pressione enter.<\/p>\n<p>Voc\u00ea ent\u00e3o ouvir\u00e1 retype new password. Escreva a mesma senha e pressione enter.<\/p>\n<p>Por fim, se fez tudo certo, voc\u00ea ouvir\u00e1 password updated successfully.<\/p>\n<\/li>\n<li>\n<p>Digite o comando<\/p>\n<pre><code>systemctl start sshd\n<\/code><\/pre>\n<p>O comando systemctl seria uma esp\u00e9cie de ncomando net no Windows, no sentido de que, da mesma forma que posso iniciar um servi\u00e7o fazendo<\/p>\n<pre><code>net start [servi\u00e7o]\n<\/code><\/pre>\n<p>no Arch Linux o comando<\/p>\n<pre><code>systemctl start [servi\u00e7o]\n<\/code><\/pre>\n<p>far\u00e1 exatamente o mesmo. Assim, o o comando que fizemos acima iniiciar\u00e1 o servi\u00e7o ssh com as configura\u00e7\u00f5es padr\u00e3o.<\/p>\n<\/li>\n<\/ol>\n<h2>conectando no sistema de instala\u00e7\u00e3o via SSH<\/h2>\n<p>Agora, precisamos descobrir o endere\u00e7o IP da nossa m\u00e1quina. Em minha experi\u00eancia, o VirtualBox sempre atrela IPs para redes host only (a rede que configuramos entre a m\u00e1quina Windows e a m\u00e1quina virtual) na fam\u00edlia 192.168.56.x, onde x normalmente \u00e9 um valor a partir de 101. Para descobrir o IP correto, existem algumas alternativas:<\/p>\n<h3>Descobrindo o IP via m\u00e1quina virtual<\/h3>\n<p>Na m\u00e1quina virtual, digite:<\/p>\n<pre><code>IP a | grep 192.168\n<\/code><\/pre>\n<p>E ou\u00e7a cuidadosamente a sa\u00edda. Esta op\u00e7\u00e3o faz, por debaixo dos panos, o seguinte:<\/p>\n<ol>\n<li>Executa o comando IP a que mostra os endere\u00e7os IP de todas as interfaces de rede.<\/li>\n<li>\n<p>Pega o resultado deste comando e o encaminha (atrav\u00e9s da barra vertical |) para o comando grep. O comando grep aplica o filtro que passamos depois dele, ou seja, 192.168 em todas as linhas do resultado, e nos mostra apenas linhas que cont\u00e9m este trecho. Assim, obtemos o endere\u00e7o IP que queremos.<\/p>\n<p>Entretanto, por que o teclado ainda est\u00e1 desconfigurado, a | provavelmente n\u00e3o estar\u00e1 configurada para o local correto. Provavelmente, estar\u00e1 nos teclados ABNT 2 onde fica a tecla }.<\/p>\n<\/li>\n<\/ol>\n<p>Al\u00e9m disso, o Speakup se comporta realmente mal neste modo, e por isso eu aconselho a pr\u00f3xima maneira de obter o endere\u00e7o IP.<\/p>\n<h3>Descobrindo o IP atrav\u00e9s do Windows<\/h3>\n<p>Sabemos que os IPs de rede host only come\u00e7am a partir do 192.168.56.101 em diante. Assim, \u00e9 s\u00f3 ir executando, no prompt de comandos, o comando<\/p>\n<pre><code>ping 192.168.56.10[x]\n<\/code><\/pre>\n<p>onde [x] \u00e9 um n\u00famero de 0 a 9. Aquele que obtiver resposta positiva ser\u00e1 o IP da m\u00e1quina virtual.<\/p>\n<p>Em minha m\u00e1quina, o endere\u00e7o foi 192.168.56.103, mas na maioria delas ser\u00e1 192.168.56.101.<\/p>\n<h3>Conectando<\/h3>\n<p>Acesse o prompt de comando da sua m\u00e1quina Windows. Escreva<\/p>\n<pre><code>ssh root@[IP] \n<\/code><\/pre>\n<p>onde [IP] \u00e9 o IP que voc\u00ea descobriu, E pressione enter.<\/p>\n<p>Uma mensagem, dizendo algo como &#8220;The authenticity of host [xxx] &#8221; vai aparecer. Digite yes e aperte enter.<\/p>\n<p>Em seguida, a senha que voc\u00ea configurou para o usu\u00e1rio root ser\u00e1 solicitada e, ao digit\u00e1-la, voc\u00ea estar\u00e1 conectado.<\/p>\n<p>A partir de agora, o Speakup s\u00f3 precisar\u00e1 ser usado em caso de emerg\u00eancia, ent\u00e3o vamos instalar o sistema.<\/p>\n<h2>Instalando o Linux<\/h2>\n<p>Antes, por\u00e9m, vamos come\u00e7ar a usufruir imediatamente dos benef\u00edcios de usar leitor de telas Windows e SSH para operar o Linux.<\/p>\n<p>A partir de agora, ser\u00e1 poss\u00edvel usar a \u00e1rea de transfer\u00eancia, com um pequeno detalhe: para colar algo na janela de SSH, voc\u00ea n\u00e3o vai usar CTRL + v. Em vez disso:<\/p>\n<ol>\n<li>Fa\u00e7a tecla NVDA + \/ do teclado num\u00e9rico para garantir que o ponteiro do mouse esteja na janela onde a sess\u00e3o SSH est\u00e1 aberta.<\/li>\n<li>Pressione alt + espa\u00e7o e v\u00e1 at\u00e9 o menu propriedades.<\/li>\n<li>Na aba op\u00e7\u00f5es, marque a caixa de verifica\u00e7\u00e3o &#8220;use ctrl + shift + c \/ v como copiar \/ colar&#8221; e depois pressione ok.<\/li>\n<li>A partir de agora, quando quiser ccolar algo na linha de comandos do terminal, \u00e9 s\u00f3 suar ctrl + shift + v.<\/li>\n<\/ol>\n<h3>Trocando o shell<\/h3>\n<p>O shell padr\u00e3o da imagem do arch \u00e9 o ZSH, mas ele mos cria alguns probleminhas com o uso via Windows, principalmente o mapeamento das teclas Home e End. Por agora, queremos usar o Bash, um outro shell que oferece maior praticidade.<\/p>\n<p>Assim, fa\u00e7a o comando<\/p>\n<pre><code>\/bin\/bash\n<\/code><\/pre>\n<p>e pressione enter.<\/p>\n<h3>checando acesso a internet<\/h3>\n<p>A rede deve estar corretamente configurada, mas antes de come\u00e7ar \u00e9 sempre bom ter a certeza de que est\u00e1 tudo certo.<\/p>\n<p>Digite o comando<\/p>\n<p><code>ping archlinux.org<\/code><\/p>\n<p>Antes de pressionar enter, entretanto, saiba o seguinte: ao contr\u00e1rio do Windows, onde o ping tenta enviar quatro pacotes e reporta, no Linux ele ficar\u00e1 enviando pacotes indefinidamente at\u00e9 que voc\u00ea pressione CTRL + c. Assim, depois de fazer o comando, aguarde uns cinco segundos e pressione CTRL + c.<\/p>\n<p>Se ao menos um pacote for recebido, sua m\u00e1quina Linux est\u00e1 acessando a internet.<\/p>\n<h3>Selecionando layout de teclado<\/h3>\n<p>Enquanto voc\u00ea estiver usando SSH, seu layout vai funcionar a contento. Mesmo assim, \u00e9 bom deixar o teclado padr\u00e3o utilizado j\u00e1 correto, para que voc\u00ea n\u00e3o tenha dor de cabe\u00e7a se precisar entrar via VirtualBox. Digite<\/p>\n<pre><code>cd \/usr\/share\/kbd\/keymaps\/\n<\/code><\/pre>\n<p>Uma vez na pasta, digite:<\/p>\n<pre><code>ls **\/* | grep br (para teclados brasileiros) ou pt (para teclados portugueses)\n<\/code><\/pre>\n<p>O resultado ser\u00e1 uma lista de arquivos. Voc\u00ea deve escolher o equivalente ao seu teclado e us\u00e1-lo com o comando loadkeys. No meu caso, ficou<\/p>\n<pre><code>loadkeys br-abnt2\n<\/code><\/pre>\n<h3>Habilitando NTP<\/h3>\n<p>Para atrelar a m\u00e1quina a um servi\u00e7o de NTP remoto, execute o seguinte comando:<\/p>\n<pre><code>timedatectl set-ntp true\n<\/code><\/pre>\n<h3>Configurando sua HD<\/h3>\n<h4>Descobrindo onde a HD est\u00e1 mapeada<\/h4>\n<p>Para descobrir onde sua HD est\u00e1 mapeada, execute o comando<\/p>\n<pre><code>fdisk -l\n<\/code><\/pre>\n<p>Em minha m\u00e1quina, a primeira linha da sa\u00edda \u00e9 esta:<\/p>\n<pre><code>Disk \/dev\/sda: 20 GiB, 21474836480 bytes, 41943040 sectors\n<\/code><\/pre>\n<p>Parece bom. Sabemos que nosso disco de 20 GB est\u00e1 mapeado em \/dev\/sda<\/p>\n<h4>Particionando a HD<\/h4>\n<ol>\n<li>Digite fdisk [mapeamento da sua HD]. Aqui, seria fdisk \/dev\/sda<\/li>\n<li>Se digitar p, vai perceber que n\u00e3o h\u00e1 qualquer parti\u00e7\u00e3o.<\/li>\n<li>\n<p>Vamos criar a parti\u00e7\u00e3o prim\u00e1ria. Para tanto:<\/p>\n<ul>\n<li>\n<p>3&#46;1. Digite n para criar uma nova parti\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<\/li>\n<li>\n<p>3&#46;2. O tipo padr\u00e3o est\u00e1 como P, que \u00e9 o que queremos. Pressionamos enter.<\/p>\n<\/li>\n<li>\n<p>3&#46;3. O n\u00famero da parti\u00e7\u00e3o est\u00e1 configurado como 1, que \u00e9 o que queremos. Pressionamos enter.<\/p>\n<\/li>\n<li>\n<p>3&#46;4. O primeiro setor j\u00e1 est\u00e1 preenchido, pressionamos enter.<\/p>\n<\/li>\n<li>\n<p>3&#46;5. Para o \u00faltimo setor, precisamos colocar o tamanho.<\/p>\n<p>Minha defini\u00e7\u00e3o para a cria\u00e7\u00e3o desta parti\u00e7\u00e3o \u00e9 a seguinte: tamanho da sua HD &#8211; metade da sua mem\u00f3ria RAM. Aqui, seriam 20 GB menos a metade dos meus 4 GB de mem\u00f3ria RAM, ou seja, 18 GB.<\/p>\n<p>Assim, vou digitar +18G<\/p>\n<\/li>\n<li>\n<p>3&#46;6. Ao apertar enter, voc\u00ea vai ouvir que uma parti\u00e7\u00e3o foi criada com o tamanho especificado.<\/p>\n<\/li>\n<\/ul>\n<\/li>\n<li>\n<p>Vamos criar a parti\u00e7\u00e3o SWAP. Para tanto:<\/p>\n<ul>\n<li>\n<p>4&#46;1. Digite N outra vez, para criar uma segunda Parti\u00e7\u00e3o. Aceite todos os valores padr\u00e3o.<\/p>\n<\/li>\n<li>\n<p>4&#46;2. Se pressionar p, voc\u00ea ver\u00e1 que temos duas parti\u00e7\u00f5es do tipo Linux.<\/p>\n<p>A primeira est\u00e1 ok, mas a segunda precisa ser do tipo SWAP. Precisamos mudar seu tipo.<\/p>\n<\/li>\n<li>\n<p>4&#46;3. Use a op\u00e7\u00e3o t. Selecione a op\u00e7\u00e3o 2 e, no tipo, digite 82 (de nada, eu pesquisei para voc\u00ea o c\u00f3digo). Pressione enter.<\/p>\n<\/li>\n<\/ul>\n<\/li>\n<li>\n<p>pressione p novamente para confirmar que o tipo da primeira parti\u00e7\u00e3o \u00e9 Linux e o da segunda \u00e9 Swap. Estando tudo certo, use o comando w para escrever a parti\u00e7\u00e3o no disco.<\/p>\n<\/li>\n<\/ol>\n<h4>Formatando as parti\u00e7\u00f5es<\/h4>\n<p>Para formatar a parti\u00e7\u00e3o prim\u00e1ria, use o comando<\/p>\n<pre><code>mkfs.ext4 \/dev\/sda1\n<\/code><\/pre>\n<p>Para formatar a parti\u00e7\u00e3o swap, use o comando<\/p>\n<pre><code>mkswap \/dev\/sda2\n<\/code><\/pre>\n<h4>Montando a HD<\/h4>\n<p>Neste momento, a HD est\u00e1 particionada e formatada, mas n\u00e3o \u00e9 poss\u00edvel, ainda, acess\u00e1-la a partir do sistema de instala\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Para que possamos copiar os arquivos para o sistema a ser instalado, precisamos fazer com que o sistema de instala\u00e7\u00e3o consiga acessar a HD. No Linux, chamamos a esta opera\u00e7\u00e3o de montagem de volume. Use o comando<\/p>\n<pre><code>mount \/dev\/sda1 \/mnt\n<\/code><\/pre>\n<p>Para mapear a parti\u00e7\u00e3o Linux da HD para a pasta \/mnt no sistema de instala\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<h3>instala\u00e7\u00e3o<\/h3>\n<p>Ao contr\u00e1rio do Windows, que tem um processo de instala\u00e7\u00e3o automatizado, uma instala\u00e7\u00e3o Linux nada mais \u00e9 do que a c\u00f3pia de arquivos para determinadas pastas.<\/p>\n<p>Esses arquivos s\u00e3o frequentemente agrupados por aplica\u00e7\u00e3o ou conjunto de aplica\u00e7\u00f5es e cada grupo \u00e9 chamado de pacote.<\/p>\n<p>No Arch Linux, temos dois comandos para ligar com gerenciamento de pacotes:<\/p>\n<ul>\n<li>pacstrap &#8211; gerencia pacotes na fase de instala\u00e7\u00e3o de um sistema, ou seja, instala pacotes n\u00e3o no sistema atual e sim em um sistema sendo instalado.<\/li>\n<li>pacman &#8211; gerenciador de pacotes para um sistema em execu\u00e7\u00e3o<\/li>\n<\/ul>\n<p>Nossa instala\u00e7\u00e3o b\u00e1sica do Arch Linux ter\u00e1 os seguintes pacotes:<\/p>\n<ul>\n<li>base &#8211; pacote de utilit\u00e1rios b\u00e1sicos<\/li>\n<li>base-devel &#8211; ferramentas b\u00e1sicas de desenvolvimento, afinal estamos montando esta m\u00e1quina porque somos programadores<\/li>\n<li>espeakup &#8211; nosso leitor de telas. Lembre-se de que o fato de ele vir dispon\u00edvel no sistema de instala\u00e7\u00e3o n\u00e3o garante que ele esteja no sistema instalado, isso \u00e9 nossa responsabilidade<\/li>\n<li>linux &#8211; o kernel do Linux<\/li>\n<li>linux-firmware &#8211; drivers para o Linux<\/li>\n<li>alsa-utils &#8211; o pacote gerenciador de som, que precisa ser instalado agora para garantir que o Espeakup consiga falar quando a m\u00e1quina ligar<\/li>\n<li>nano &#8211; um editor de arquivos que usaremos para configura\u00e7\u00f5es depois da instala\u00e7\u00e3o<\/li>\n<li>dhcpcd &#8211; um cliente DHCP, que atribuir\u00e1 endere\u00e7os IP para as placas de rede<\/li>\n<li>openssh &#8211; pacote Open SSH, que nos permitir\u00e1 a conex\u00e3o na m\u00e1quina via SSH<\/li>\n<\/ul>\n<p>Lembre-se de que o fato desses pacotes estarem dispon\u00edveis no sistema instalador que voc\u00ea est\u00e1 usando n\u00e3o garante que eles estejam no sistema instalado, a n\u00e3o ser que voc\u00ea os instale.<\/p>\n<p>Boa parte desses pacotes ser\u00e3o baixados da internet. Assim, antes de baix\u00e1-los, precisamos dizer para o sistema de instala\u00e7\u00e3o de qual origem, ou link, eles devem ser baixados.<\/p>\n<p>A escolha dos links (ou mirrors) \u00e9 de extrema import\u00e2ncia, pois quanto mais perto e mais r\u00e1pidos forem os mirrors mais r\u00e1pida nossa instala\u00e7\u00e3o ser\u00e1.<\/p>\n<h4>Escolhendo mirrors<\/h4>\n<p>A maneira de escolhermos os mirrors para a instala\u00e7\u00e3o \u00e9 alterando o arquivo<\/p>\n<pre><code>\/etc\/pacman.d\/mirrorlist\n<\/code><\/pre>\n<p>Precisamos colocar os mirrors mais pr\u00f3ximos e mais r\u00e1pidos nas primeiras linhas deste arquivo, para que eles sejam usados.<\/p>\n<p>Felizmemte, a imagem de instala\u00e7\u00e3o do Arch j\u00e1 vem com um pacote chamado reflector que cuida disso automaticamente. Fa\u00e7a o comando<\/p>\n<p>reflector &#8211;verbose &#8211;country &#8216;Brazil&#8217; -l 5 &#8211;sort rate &#8211;save \/etc\/pacman.d\/mirrorlist<\/p>\n<p>Este comando testar\u00e1 e salvar\u00e1 no arquivo os mirrors mais r\u00e1pidos para o Brasil (troque o pa\u00eds caso o seu seja outro)<\/p>\n<h4>Instalando os pacotes<\/h4>\n<p>Com o mirror selecionado, usamos o comando pacstrap para instalar, na HD da m\u00e1quina, os pacotes que escolhemos<\/p>\n<pre><code>pacstrap \/mnt base base-devel espeakup alsa-utils linux linux-firmware nano dhcpcd openssh\n<\/code><\/pre>\n<p>Vai demorar um bom tempo, talvez uns cinco minutos, at\u00e9 que todos os pacotes sejam baixados e instalados. Fa\u00e7a uma pausa at\u00e9 que o processo termine.<\/p>\n<h3>configura\u00e7\u00e3o do sistema instalado<\/h3>\n<p>Agora, o sistema est\u00e1 instalado. Precisaremos fazer as configura\u00e7\u00f5es iniciais antes de utiliz\u00e1-lo.<\/p>\n<h4>fstab<\/h4>\n<p>Este \u00e9 um arquivo que vai dizer, para o sistema instalado, quais dispositivos devem ser montados. O instalador nos oferece um comando conveniente para gerar este arquivo automaticamente.<\/p>\n<p>genfstab -L \/mnt >> \/mnt\/etc\/fstab<\/p>\n<h4>chroot<\/h4>\n<p>Este \u00e9 um dos comandos que mais podem confundir quem est\u00e1 instalando o Arch pela primeira vez. A partir dele, voc\u00ea deixar\u00e1 de navegar na estrutura de pastas do sistema de instala\u00e7\u00e3o e come\u00e7ar\u00e1 a navegar na estrutura de pastas do sistema instalado, mesmo que o sistema em execu\u00e7\u00e3o ainda seja o instalador.<\/p>\n<p>Fazendo chroot podemos mais facilmente editar alguns arquivos, criar usu\u00e1rios e etc, j\u00e1 em rela\u00e7\u00e3o ao sistema instalado. Assim, poderemos criar a senha do root, entre outras coisas, antes de inicializar de fato o sistema instalado.<\/p>\n<p>Para entrar em modo chroot execute o comando<\/p>\n<pre><code>arch-chroot \/mnt\n<\/code><\/pre>\n<p>Deste momento em diante, voc\u00ea estar\u00e1 ainda executando o sistema instalador, mas qualquer comando que fizer afetar\u00e1 o sistema instalado, que ainda n\u00e3o est\u00e1 rodando.<\/p>\n<p>Seria como se voc\u00ea estivesse operando remotamente outro sistema, no sentido em que, embora voc\u00ea esteja dando comandos e obtendo as respostas atrav\u00e9s do sistema instalador, quem est\u00e1 sendo de fato afetado \u00e9 o sistema instalado.<\/p>\n<h4>especificando o fuso hor\u00e1rio<\/h4>\n<h5>Links simb\u00f3licos<\/h5>\n<p>Antes de o fazermos, por\u00e9m, precisamos falar rapidamente sobre o conceito de links simb\u00f3licos.<\/p>\n<p>Em uma m\u00e1quina Linux, \u00e9 poss\u00edvel criar arquivos em qualquer pasta que, na verdade, s\u00e3o apenas refer\u00eancias para outros arquivos.<\/p>\n<p>Assim, eu posso ter muitas c\u00f3pias de um mesmo arquivo que, na verdade, n\u00e3o s\u00e3o c\u00f3pias mas, sim, se referem ao mesmo arquivo que estar\u00e1 apenas em um lugar.<\/p>\n<p>Para as aplica\u00e7\u00f5es (editores de texto, scripts, entre outros), n\u00e3o h\u00e1 diferen\u00e7a: elas &#8220;pensam&#8221; que o arquivo est\u00e1 realmente em um determinado lugar mas, sendo um link, na verdade est\u00e3o lendo, gravando, etc, um arquivo em um local completamente diferente.<\/p>\n<p>em Linux, configura\u00e7\u00f5es de sistema ficam em arquivos. N\u00e3o existe um registro do sistema, um banco de dados, s\u00e3o apenas arquivos de configura\u00e7\u00e3o onde praticamente todos os aspectos do sistema s\u00e3o configurados.<\/p>\n<p>A pasta base das configura\u00e7\u00f5es sist\u00eamicas \u00e9 normalmente \/etc.<\/p>\n<h5>configurando o fuso hor\u00e1rio<\/h5>\n<p>O fato de links simb\u00f3licos estarem t\u00e3o intrinsicamente presentes no sistema oferece, aqui, uma vantagem: \u00e9 poss\u00edvel distribuir uma s\u00e9rie de configura\u00e7\u00f5es j\u00e1 pr\u00e9 fabricadas e deixar o usu\u00e1rio escolher, em vez de faz\u00ea-lo ler toda a documenta\u00e7\u00e3o e digitar arquivo por arquivo. Isso \u00e9 exatamente o que o Arch Linux fez com a quest\u00e3o do fuso hor\u00e1rio. O sistema espera encontrar, no arquivo<\/p>\n<pre><code>\/etc\/localtime\n<\/code><\/pre>\n<p>as informa\u00e7\u00f5es do fuso hor\u00e1rio a ser usada. Entretanto, em vez de nos fazer decorar toda a sintaxe desta configura\u00e7\u00e3o, a distribui\u00e7\u00e3o nos oferece uma s\u00e9rie de arquivos j\u00e1 prontos, um para cada fuso hor\u00e1rio existente (creio que se n\u00e3o para todos, para quase a totalidade deles).<\/p>\n<p>Assim, o que precisamos fazer \u00e9 apenas criar um link simb\u00f3lico em \/etc\/localtime para o arquivo que queremos, de forma que o sistema &#8220;pensar\u00e1&#8221; que existe este arquivo, mas ele \u00e9 na verdade apenas um link para outro arquivo j\u00e1 pr\u00e9 configurado com nosso fuso hor\u00e1rio.<\/p>\n<p>Uma excelente forma de descobrir os nomes corretos dos arquivos de fuso hor\u00e1rio \u00e9 usar o tab completiom. Funciona da seguinte maneira: digite<\/p>\n<pre><code>ln -sf \/usr\/share\/zoneinfo\/ e pressione tab duas vezes.\n<\/code><\/pre>\n<p>Voc\u00ea vai ouvir uma lista de op\u00e7\u00f5es, e pode ler com o cursor de explora\u00e7\u00e3o do NVDA. Quando encontrar a regi\u00e3o ou pa\u00eds, digite o nome, uma \/ e torne a pressionar dois tabs.<\/p>\n<p>No meu caso, digitei Brazil\/ e pressionei dois tabs.<\/p>\n<p>A lista ent\u00e3o mostrou Acre, deNoronha, West, East.<\/p>\n<p>Como estou na parte leste, digitei East\/ e pressionei dois tabs. Nada aconteceu, ent\u00e3o sei que cheguei ao arquivo correto.<\/p>\n<p>Ent\u00e3o, apaguei a \u00faltima \/ pressionei espa\u00e7o e digitei o destino do link \/etc\/localtime e, finalmente, enter. Para mim, o comando ficou desta forma:<\/p>\n<pre><code>ln -sf \/usr\/share\/zoneinfo\/Brazil\/East \/etc\/localtime\n<\/code><\/pre>\n<p>Para atualizar o rel\u00f3gio com o fuso Hor\u00e1rio rec\u00e9m modificado, digite o comando<\/p>\n<pre><code>hwclock --systohc\n<\/code><\/pre>\n<h4>locale<\/h4>\n<p>Embora, possivelmente, o Arch Linux esteja traduzido para portugu\u00eas, desaconselhamos fortemente seu uso neste idioma. Isso por duas raz\u00f5es:<\/p>\n<ul>\n<li>como programador, voc\u00ea precisa se for\u00e7ar a praticar Ingl\u00eas.<\/li>\n<li>Se voc\u00ea estiver usando o sistema em outro idioma, qualquer erro ou outra sa\u00edda que voc\u00ea queira usar para fazer pesquisas na internet n\u00e3o encontrar\u00e1 resultado, uma vez que praticamente todas as pessoas o utilizam em Ingl\u00eas.<\/li>\n<\/ul>\n<p>Assim, fa\u00e7a o seguinte para gerar as strings de idioma:<\/p>\n<ol>\n<li>\n<p>digite<\/p>\n<pre><code>nano \/etc\/locale.gen\n<\/code><\/pre>\n<\/li>\n<li>\n<p>Apague o # da frente das linhas en_US, tanto para a iso 8859-1 quanto para a utf-8.<\/p>\n<\/li>\n<li>\n<p>CTRL + x, y para confirmar que quer salvar e enter.<\/p>\n<\/li>\n<li>\n<p>Fa\u00e7a o comando<\/p>\n<pre><code>locale-gen\n<\/code><\/pre>\n<\/li>\n<li>\n<p>Com as strings geradas, precisamos agora indicar ao sistema o locale a ser usado. Para isso, digite<\/p>\n<pre><code>nano \/etc\/locale.conf\n<\/code><\/pre>\n<\/li>\n<li>\n<p>Escreva<\/p>\n<pre><code>LANG=en_US.UTF-8\n<\/code><\/pre>\n<\/li>\n<li>\n<p>CTRL + x, y para confirmar que quer salvar e enter.<\/p>\n<\/li>\n<\/ol>\n<h4>layout de teclado<\/h4>\n<p>Agora, \u00e9 hora de fazer com que as informa\u00e7\u00f5es de layout de teclado sejam persistidas no sistema instalado.<\/p>\n<ol>\n<li>\n<p>Digite<\/p>\n<pre><code>nano \/etc\/vconsole.conf\n<\/code><\/pre>\n<\/li>\n<li>\n<p>Escreva KEYMAP=[o mesmo teclado que voc\u00ea configurou no instalador]. Para mim, ficou assim:<\/p>\n<pre><code>KEYMAP=br-abnt2\n<\/code><\/pre>\n<\/li>\n<li>\n<p>CTRL + x, y para confirmar que quer salvar e enter.<\/p>\n<\/li>\n<\/ol>\n<h4>Configura\u00e7\u00f5es de rede<\/h4>\n<h5>redirecionamento (pipe)<\/h5>\n<p>Aqui, precisamos explicar outro conceito.<\/p>\n<p>Quando um comando \u00e9 escrito no shell (como chamamos o prompt de comandos), o sistema operacional escreve sua sa\u00edda na tela.<\/p>\n<p>Para o shell (prompt de comando), a tela \u00e9 nada mais do que um arquivo onde ele escreve a sa\u00edda. Este arquivo tem um nome e um identificador. O nome \u00e9 stdout e o identificador \u00e9 1.<\/p>\n<p>Quem desenvolve para Linux sabe que qualquer outro arquivo aberto no sistema tamb\u00e9m tem um nome e um identificador.<\/p>\n<p>O sistema operacional sabe que o arquivo com identificador 1 e nome stdout n\u00e3o se refere a um arquivo no disco. Em vez disso, ele se refere a tela e uma opera\u00e7\u00e3o de escrita neste arquivo faz com que o sistema escreva na tela o conte\u00fado.<\/p>\n<p>Entretanto, podemos redirecionar a sa\u00edda de um comando para outro arquivo qualquer, que n\u00e3o seja o stdout. Para o comando, nenhuma novidade, ele apenas vai escrever sua sa\u00edda em um arquivo, como sempre ocorreu.<\/p>\n<p>Por\u00e9m, o arquivo ser\u00e1 outro: em vez de o sistema escrever em tela, vai escrever onde quer que o arquivo especificado esteja de fato presente, inclusive no disco.<\/p>\n<p>Para fazermos o redirecionamento, usamos um > (maior) logo ap\u00f3s o comando e, logo depois, colocamos o identificador ou o nome do arquivo para onde a sa\u00edda do comando ser\u00e1 direcionada.<\/p>\n<h5>Nome da m\u00e1quina<\/h5>\n<p>Usaremos o redirecionamento (pipe) para configurarmos o nome da nossa m\u00e1quina virtual.<\/p>\n<p>O Arch Linux espera ler o nome da m\u00e1quina do arquivo<\/p>\n<pre><code>\/etc\/hostname\n<\/code><\/pre>\n<p>Este arquivo deve conter somente o nome do computador.<\/p>\n<p>Uma solu\u00e7\u00e3o seria:<\/p>\n<ol>\n<li>\n<p>digitar<\/p>\n<pre><code>nano \/etc\/hostname\n<\/code><\/pre>\n<\/li>\n<li>\n<p>Digitar o nome do computador.<\/p>\n<\/li>\n<li>\n<p>CTRL + x, y para confirmar que quer salvar e enter.<\/p>\n<\/li>\n<\/ol>\n<p>Por\u00e9m, como o texto do arquivo precisa ter apenas uma linha e porque n\u00e3o queremos editar e sim escrever um arquivo novo, podemos usar um caminho mais r\u00e1pido, atrav\u00e9s do comando<\/p>\n<pre><code>echo\n<\/code><\/pre>\n<p>Este comando apenas ecoa de volta na tela o que escrevemos como par\u00e2metro.<\/p>\n<p>Mas, lembre-se, podemos redirecionar sua sa\u00edda para outro arquivo, por exemplo um arquivo em disco! Portanto, fa\u00e7a o seguinte comando:<\/p>\n<pre><code>echo [nome-da-m\u00e1quina] &gt; \/etc\/hostname \n<\/code><\/pre>\n<p>onde [nome-da-m\u00e1quina] \u00e9 o nome da sua m\u00e1quina virtual.<\/p>\n<p>Ele ir\u00e1 repetir o nome da sua m\u00e1quina, mas n\u00e3o para a tela. Em vez disso, vai escrever no arquivo<\/p>\n<pre><code>\/etc\/hostname\n<\/code><\/pre>\n<p>e isso \u00e9 exatamente o que precisamos.<\/p>\n<h5>Configura\u00e7\u00e3o do arquivo hosts<\/h5>\n<p>Este arquivo especifica tradu\u00e7\u00f5es de nomes para endere\u00e7os IP que dever\u00e3o ser resolvidos no computador em vez de em um servidor de resolu\u00e7\u00e3o de nomes.<\/p>\n<p>Para configur\u00e1-lo:<\/p>\n<ol>\n<li>\n<p>Escreva<\/p>\n<pre><code>nano \/etc\/hosts\n<\/code><\/pre>\n<\/li>\n<li>\n<p>no arquivo que se abre, adicione as seguintes linhas:<\/p>\n<pre><code>127.0.0.1 localhost\n::1 localhost\n127.0.1.1 [mome-da-m\u00e1quina] onde [nome-da-m\u00e1quina] \u00e9 o nome da sua m\u00e1quina virtual\n<\/code><\/pre>\n<\/li>\n<li>\n<p>CTRL + x, y para confirmar que quer salvar e enter.<\/p>\n<\/li>\n<\/ol>\n<h4>senha do root<\/h4>\n<p>Fa\u00e7a o comando<\/p>\n<pre><code>passwd \n<\/code><\/pre>\n<p>Ao pressionar enter, voc\u00ea ser\u00e1 solicitado a escrever a senha do usu\u00e1rio root. Desta vez sim ser\u00e1 a senha do root do sistema instalado, ent\u00e3o pense bem no que vai escrever.<\/p>\n<p>O sistema solicitar\u00e1 que voc\u00ea repita a senha. Correndo tudo a contento, a configura\u00e7\u00e3o de senha estar\u00e1 feita.<\/p>\n<h4>configurando um inicializador<\/h4>\n<p>Apesar de a m\u00e1quina virtual estar instalada, ou seja, com todos os arquivos nas respectivas pastas, um inicializador ainda n\u00e3o foi instalado.<\/p>\n<p>Um inicializador \u00e9 o que aponta para a Bios por onde come\u00e7ar a carregar o sistema operacional. No nosso caso, instalaremos o grub<\/p>\n<h5>instalar o grub<\/h5>\n<p>Para baixar o grub, digite o comando<\/p>\n<pre><code>pacman -S grub\n<\/code><\/pre>\n<p>Confirme a instala\u00e7\u00e3o com y quando solicitado.<\/p>\n<p>Ao contr\u00e1rio de boa parte dos pacotes, este n\u00e3o tem um script de instala\u00e7\u00e3o que o pacman consiga executar automaticamente, pois seus sen\u00e1rios de instala\u00e7\u00e3o s\u00e3o muito variados. Por isso, precisaremos instal\u00e1-lo e configur\u00e1-lo n\u00f3s pr\u00f3prios.<\/p>\n<h5>Instalando e configurando o Grub<\/h5>\n<p>Digite os seguintes comandos<\/p>\n<pre><code>grub-install \/dev\/sda\n\ngrub-mkconfig -o \/boot\/grub\/grub.cfg\n<\/code><\/pre>\n<h4>Habilitando servi\u00e7os<\/h4>\n<p>Nossa instala\u00e7\u00e3o est\u00e1 quase pronta. Precisamos, apenas, habilitar alguns servi\u00e7os que, quando a m\u00e1quina subir, precisar\u00e3o iniciar automaticamente<\/p>\n<p>S\u00e3o eles:<\/p>\n<ul>\n<li>dhcpcd &#8211; pra que a m\u00e1quina se conecte e obtenha um IP na rede quando iniciar<\/li>\n<li>espeakup &#8211; nosso leitor de telas, caso precisemos operar a m\u00e1quina via VirtualBox<\/li>\n<\/ul>\n<p>Para tanto, precisaremos digitar o comando systemctl enable passando o nome de cada um deles, para garantir que sejam iniciados quando a m\u00e1quina for ligada.<\/p>\n<pre><code>systemctl enable dhcpcd\nsystemctl enable espeakup\n<\/code><\/pre>\n<h4>Habilitando SSH<\/h4>\n<p>Da mesma forma que habilitamos o SSH no sistema instalador, precisaremos habilitar tamb\u00e9m no sistema instalado.<\/p>\n<p>Isso \u00e9 necess\u00e1rio para permitir que nos conectemos diretamente via SSH no sistema instalado, sem sequer precisar abrir uma janela de controle no VirtualBox.<\/p>\n<p>Esta m\u00e1quina \u00e9 parte de um ambiente de desenvolvimento completamente integrado ao Windows, planejada para trabalhar da forma mais otimizada poss\u00edvel.<\/p>\n<p>Isto significa que haver\u00e1 apenas um usu\u00e1rio, e ele \u00e9 o root, afim de que tenhamos acesso total, a todo tempo, em todos os recursos que precisamos, o mais r\u00e1pida e diretamente que nos seja poss\u00edvel.<\/p>\n<p>Por isso, descumpriremos outra melhor pr\u00e1tica agora: habilitaremos o acesso root via SSH. Nunca \u00e9 demais lembrar que esta m\u00e1quina s\u00f3 dever\u00e1 ser acessada atrav\u00e9s da rede host only estabelecida entre a m\u00e1quina Windows e ela, de maneiras que n\u00e3o me responsabilizo por eventuais problemas de seguran\u00e7a que possam surgir de um uso indevido desta configura\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Isto dito:<\/p>\n<ol>\n<li>\n<p>Fa\u00e7a o comando<\/p>\n<pre><code>nano \/etc\/ssh\/sshd_config\n<\/code><\/pre>\n<\/li>\n<li>\n<p>Digite CTRL+w e insira permitRootLogin e pressione enter.<\/p>\n<\/li>\n<li>\n<p>Descomente a linha (remova o #) de seu in\u00edcio.<\/p>\n<\/li>\n<li>\n<p>Troque a palavra prohibit-password por yes. Dever\u00e1 ficar assim<\/p>\n<pre><code>PermitRootLogin yes\n<\/code><\/pre>\n<\/li>\n<li>\n<p>Pressione CTRL + x para sair, confirme com y e pressione enter.<\/p>\n<\/li>\n<li>\n<p>Fa\u00e7a o comando<\/p>\n<pre><code>systemctl enable sshd\n<\/code><\/pre>\n<p>para iniciar o servi\u00e7o de ssh quando a mm\u00e1quina for iniciada.<\/p>\n<\/li>\n<\/ol>\n<h4>Salvando configura\u00e7\u00f5es da placa de som<\/h4>\n<p>Fa\u00e7a o comando<\/p>\n<pre><code>alsactl store\n<\/code><\/pre>\n<p>para salvar as configura\u00e7\u00f5es atuais da placa de som, afim de que, se for necess\u00e1rio iniciar a m\u00e1quina via VirtualBox, o espeakup consiga subir falando.<\/p>\n<h4>Sair do sistema instalado<\/h4>\n<p>Agora, voc\u00ea precisa sair do modo chroot. Para tanto, digite<\/p>\n<pre><code>exit\n<\/code><\/pre>\n<h3>Finalizando a instala\u00e7\u00e3o<\/h3>\n<p>Nada mais resta a fazer se n\u00e3o desligar a m\u00e1quina.<\/p>\n<p>Isso se faz necess\u00e1rio para que voc\u00ea possa desconectar o drive de DVD e reabilitar a HD na sequ\u00eancia de inicializa\u00e7\u00e3o, para que a m\u00e1quina depois carregue o sistema instalado.<\/p>\n<p>Fa\u00e7a o comando<\/p>\n<pre><code>shutdown -h now\n<\/code><\/pre>\n<p>para desligar a m\u00e1quina. Voc\u00ea vai notar que a conex\u00e3o SSH ser\u00e1 terminada.<\/p>\n<h2>Removendo o drive de DVD e habilitando a HD na sequ\u00eancia de inicializa\u00e7\u00e3o<\/h2>\n<ol>\n<li>Selecione sua m\u00e1quina na lista de m\u00e1quinas na janela principal do VirtualBox.<\/li>\n<li>\n<p>Verifique se, por qualquer raz\u00e3o, ela ainda est\u00e1 ligada, acionando o menu de contexto e procurando pela op\u00e7\u00e3o fechar.<\/p>\n<ul>\n<li>2&#46;1. Se a op\u00e7\u00e3o estiver dispon\u00edvel, selecione o submenu desligar e confirme a opera\u00e7\u00e3o.<\/li>\n<\/ul>\n<\/li>\n<li>\n<p>Pressione CTRL + s para abrir as configura\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<\/li>\n<li>\n<p>Selecione a segunda op\u00e7\u00e3o de cima para baixo na lista.<\/p>\n<\/li>\n<li>\n<p>Desmarque o disco \u00f3ptico da sequ\u00eancia de inicializa\u00e7\u00e3o e marque o disco r\u00edgido.<\/p>\n<\/li>\n<li>Selecione, na lista de configura\u00e7\u00f5es, as op\u00e7\u00f5es de armazenamento.<\/li>\n<li>Tab at\u00e9 a lista das controladoras, que ser\u00e1 bem verbosa com o NVDA.<\/li>\n<li>Seta para baixo para selecionar a controladora ide que est\u00e1 com a iso do Tarch associada.<\/li>\n<li>Tab at\u00e9 a op\u00e7\u00e3o drive \u00f3ptico (voc\u00ea passar\u00e1 pelo ok e cancelar, como da outra vez).<\/li>\n<li>Pressione a barra de espa\u00e7os e setas para baixo at\u00e9 remover disco do drive virtual. Pressione enter.<\/li>\n<li>Tab at\u00e9 a caixa de verifica\u00e7\u00e3o live CD \/ DVD. Pressione a barra de espa\u00e7os para desmarcar.<\/li>\n<li>Tab at\u00e9 ok e enter.<\/li>\n<\/ol>\n<h2>Ligando a m\u00e1quina<\/h2>\n<p>Selecione a m\u00e1quina desejada na lista de m\u00e1quinas virtuais na janela principal do VirtualBox.<\/p>\n<p>Acesse o menu de contexto e selecione iniciar. Nas op\u00e7\u00f5es de in\u00edcio, selecione normal. Ainda falaremos das outras op\u00e7\u00f5es,mas n\u00e3o neste momento.<\/p>\n<p>Ap\u00f3s este procedimento, a sua m\u00e1quina ser\u00e1 ligada, e exibida em uma janela diferente da janela principal do VirtualBox.<\/p>\n<p>Pode haver um di\u00e1logo inacess\u00edvel. Sendo este o caso, pressione esc para cancelar.<\/p>\n<p>A prop\u00f3sito, a tecla CTRL direita, apenas nessa janela, \u00e9 usada para alternar o controle entre as suas m\u00e1quinas f\u00edsica e virtual.<\/p>\n<p>Nesta janela, qualquer comando envolvendo o CTRL direito, mesmo que componha um comando do NVDA, ser\u00e1 interpretado como uma troca de m\u00e1quina.<\/p>\n<p>Voc\u00ea precisar\u00e1 esperar cerca de 20 segundos. Pressione CTRL direito e comece a interagir com a m\u00e1quina. O espeakup j\u00e1 ir\u00e1 falar!<\/p>\n<p>Digite root (o nome do usu\u00e1rio) e aperte enter.<\/p>\n<p>Digite a senha e aperte enter.<\/p>\n<p>Tudo correndo a contento, voc\u00ea estar\u00e1 no pronpt de comando.<\/p>\n<h2>Testando a conectividade<\/h2>\n<p>Aqui, vai haver a mesma din\u00e2mica que fizemos no sistema instalador para descobrir o endere\u00e7o IP.<\/p>\n<p>Aten\u00e7\u00e3o que o IP pode mudar em rela\u00e7\u00e3o ao atribu\u00eddo para o sistema de instala\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<h2>conectando via SSH<\/h2>\n<p>Fa\u00e7a, no prompt de comandos do Windows, o comando<\/p>\n<pre><code>ssh root@[IP-da-m\u00e1quina]\n<\/code><\/pre>\n<p>onde [IP-da-m\u00e1quina] \u00e9 o IP que voc\u00ea descobriu. ]<\/p>\n<p>Responda yes ao aviso de autenticidade e, quando solicitado, digite a senha do root que voc\u00ea configurou.<\/p>\n<h2>Conclus\u00e3o<\/h2>\n<p>Esperamos que, durante este processo, voc\u00ea tenha aprendido bastante sobre a instala\u00e7\u00e3o e configura\u00e7\u00e3o inicial de uma instala\u00e7\u00e3o do Arch Linux.<\/p>\n<p>Voc\u00ea pode pensar que o processo finalmente terminou. Saiba que, muito pelo contr\u00e1rio, ele apenas come\u00e7ou.<\/p>\n<p>No pr\u00f3ximo artigo, instalaremos as ferramentas que tornar\u00e3o nossa m\u00e1quina t\u00e3o integrada quanto poss\u00edvel com o Windows, mostrando todo o potencial desta solu\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<h2>Artigos da s\u00e9rie<\/h2>\n<ul>\n<li><a href=\"https:\/\/www.blindtec.com.br\/blog\/2020\/04\/programando-as-cegas-utilizando-windows-e-Linux-juntos-para-aumentar-sua-produtividade-parte-i\/\">parte I<\/a> &#8211; Introdu\u00e7\u00e3o<\/li>\n<li><a href=\"https:\/\/www.blindtec.com.br\/blog\/2020\/04\/programando-as-cegas-utilizando-windows-e-linux-juntos-para-aumentar-sua-produtividade-parte-ii\/\">parte II<\/a> &#8211; Instalando a m\u00e1quina virtual<\/li>\n<li>Parte III &#8211; Instalando o Arch Linux<\/li>\n<li><a href=\"https:\/\/www.blindtec.com.br\/blog\/2020\/05\/programando-as-cegas-utilizando-windows-e-linux-juntos-para-aumentar-sua-produtividade-parte-iv\/\">Parte IV<\/a> \u2013 integrando Linux e Windows<\/li>\n<\/ul>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Salve, galera! Este \u00e9 o terceiro artigo de nossa s\u00e9rie sobre como usar ambientes Windows e Linux juntos para uma maior produtividade em ambientes de desenvolvimento. parte I &#8211; Introdu\u00e7\u00e3o parte II &#8211; Instalando a m\u00e1quina virtual Parte III &#8211; Instalando o Arch Linux Parte IV \u2013 integrando Linux e Windows No artigo anterior, configuramos a m\u00e1quina virtual. 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